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Dança do Lenço – Raks al Maharem
Jarro – Raks al Juzur /Raks al Shaabi
Cesta
 
Egito
•  Bengala – Raks al Assaya     voltar ao topo

Rhamza Alli
Espetáculo “Shuvani” – 2004
Foto: Mariângela Vidotto

     Chamado de Raks al Assaya, a dança da bengala se desenvolveu como uma imitação da dança marcial masculina Tahteeb . É originária do Porto Said (próximo ao Canal de Suez).

     Apesar de ser uma imitação de uma dança marcial, a versão feminina é bastante delicada e graciosa, a bengala é mais fina e leve que o bastão usado no Tahteeb, normalmente enfeitada. Como que parodiando a luta masculina, a mulher brinca com a bengala, executa velozes “helicópteros” em diversas dimensões e equilíbrio na cabeça, além de pulinhos, trejeitos e marcações do ritmo batendo a bengala no chão, na cabeça e mesmo no bumbo; pois, quando a música é ao vivo, o tocador de bumbo costuma seguir a bailarina marcando fortemente os “duns”.

     Tradicionalmente deve-se usar um vestido inteiriço (Vestido Baladi) para este tipo de performance, mas a roupa de duas peças também é aceitável se a dança estiver incluída em uma rotina de Dança Clássica ou em um contexto moderno.

     O ritmo usado é o Saidi (do Said) tipicamente acompanhado pela clarineta (mizmar).

•  Tahteeb      voltar ao topo

     Tal qual a Capoeira o Tahteeb é um arte marcial ligada às tradições culturais. Ou seja, é tanto uma luta real como uma perfórmance.

     Originário da região do Said no Alto Egito, é uma dança masculina na qual os homens encenam uma luta com bastões usados como arma. Os movimentos consistem em bater com o bastão no chão e no do adversário, helicópteros e pulos. Pode ser também dançada em solo.

     O traje se consiste na galabia (túnica) e kafia (lenço na cabeça).


Cortesia: Yousry Sharif
•  Raks Baladi      voltar ao topo

     Balad significa campo, Baladi, do campo, Raks Baladi portanto, Dança do Campo, assim como o Raks Falahi e o Raks Saidi ( Raks al Assaya e Tahteeb ).

     O ritmo usado para esta dança é sempre o Baladi ou o Maksoum. Trata-se da dança folclórica urbanizada, foi desenvolvida no início do século XX quando os camponeses migraram para as cidades.

     Pode-se dizer que o Raks Baladi é uma sofisticação do Raks Falahi: a dança e a música, outrora extremamente tribais e simples, se tornaram mais ricas. O acordeón e do saxofone foram incluídos e os passos adquiriram mais leveza e variedade. O traje se fez mais ousado: vestido longo e justo com aberturas laterais e um xale amarrado nos quadris.

     A evolução da dança inclui além da parte principal, o Takssim Baladi e Baladi Awadi – respectivamente o Takssim e o Solo de Percussão.

•  Raks Falahi      voltar ao topo

Cortesia: Chelydra

      Este estilo é muito antigo, originário das fazendas, é bem displicente e solto, os movimentos são repetitivos e pouco sofisticados e simbolizam a lida na fazenda como arar a terra e colher os alimentos. Se usam muitos shimmies e os braços permanecem relaxados e pesados ao lado do corpo, na altura do peito ou na cabeça.

     O traje é um vestido longo e largo com babados em godê na ponta, lenço na cabeça, também um echarpe no pescoço que é amarrado nos quadris durante a dança para evidenciar seus movimentos. Às vezes também se usa um xale nos ombros e calças por baixo do vestido. Adereços como o pandeiro e o jarro são comuns nesta modalidade de dança.


Foto pintada: “A dancer of felahin” - 1890
Cortesia: Wendy Buonaventura
•  Melaya-Laf      voltar ao topo

Layla Badawiya - Espetáculo “Ísis” - 2005
Rhamza Alli Cia de Danças Árabes
Foto: Rafael Reina
Dança típica dos portos da Alexandria e do Cairo. Melaya significa lenço e Laf, enrolar, ou, ao vento. Desenvolveu-se por volta de 1920.

     O melaya é um tecido retangular grande o bastante para cobrir o corpo da cabeça aos pés, era usado tradicionalmente quando a mulher saia de casa. Em performances, o melaya pode ser bordado nas pontas e no centro; por baixo, a bailarina usa um vestido colorido e franzido, na cabeça uma tiara ou lenço com pompons coloridos, babuchas de salto e um chadôr com buracos grandes que apenas simula esconder o rosto. No Cairo, usa-se o vestido folclórico mais largo e longo, já na Alexandria, local onde os costumes se modernizaram, o vestido pode ser curto. Algumas bailarinas mascam displicentemente um chicletes para compor a personagem que representa uma moça do povo.

     A dança encena um flerte, o homem sentado em um café inicia a paquera e a mulher se faz de difícil até que eles se aproximam e dançam juntos: homem mostrando sua virilidade e mulher sua feminilidade, como num jogo de sedução. A bailarina inicia com o melaya enrolado em todo o corpo e cabeça e durante a dança, desenrola-o e enrola-o diversas vezes e de diversas maneiras.

     Os dois “dialogam”cantando os versos da música, neste momento a bailarina pode levantar o chadôr.

     O ritmo usado é normalmente o Baladi ou Maksoum rápido acompanhado dos instrumentos tradicionais.

•  Candelabro – Raks Shamadan      voltar ao topo

Rhamza Alli Cia de Danças Árabes
Abertura do Espetáculo “Ísis”– 2005
Foto: Rafael Reina
      Antigamente, antes da eletricidade, o candelabro guiava a noiva até sua nova residência, a dançarina ia à frente iluminando as ruas escuras, as velas anunciavam que o casamento tinha acontecido. A esta procissão se dá o nome de Zeffa al Arusah.

     Hoje em dia, as festas são realizadas em hotéis e buffets mas, tradicionalmente, pelo menos um candelabro deve estar presente na festa. Tanto o traje de 2 peças como o vestido inteiriço são adequados, um véu entre o cabelo e o candelabro evita que a cera caia sobre os cabelos e corpo e a bailarina pode usa-lo também como adereço. Às vezes um bolerinho bordado e enfeitado com pingentes pode ser usado para proteger os braços.

     Originalmente o candelabro não tinha o “capacete” e a dançarina praticava por anos a fio até adquirir a técnica e equilíbrio perfeitos.

     As velas são usadas para iluminar a escuridão e metaforicamente o espírito.

     •  Veja também Prato com Velas.

•  Tanoura     voltar ao topo

Cortesia: Nermin Sami & Diaa Khalil
 Esta dança egípcia deriva dos Giros dos Dervishes , mas tem seu objetivo voltado ao espetáculo, apresenta algumas diferenças:

     - não é acompanhado de canções e orações como na forma Turca. Entretanto, a espiritualidade está evidentemente presente na expressão de transe que os dançarinos adquirem;

     - usam-se 4 saias e não uma como os Dervishes e elas são coloridas propiciando um belíssimo espetáculo.

     A apresentação se consiste em 3 partes:

     - apresentação dos músicos;

     - dança de apresentação dos dançarinos;

     - dança com os giros “Tanoura” – os dançarinos giram incessantemente, um ao centro e os outros em volta, simbolizando o sol e os planetas girando em harmonia. Ao final, eles retiram as 4 saias em seqüência , que simbolizam as 4 estações.

     Quando estive com Delilah em Seattle, com quem aprendi o Giro dos Dervishes, eu assisti a uma performance muito interessante dela, a dança se chamava “Rose” e ela iniciava com uma galabia como a dos Dervishes, só que cor-de-rosa, e depois de muitos giros, ela tirava esta galabia sem parar de girar, tal qual os dançarinos de Tanoura, mas apenas 1 vez. Por baixo ela estava com a roupa de dança do ventre e a coreografia continuava.

•  Jarro      voltar ao topo

Rhamza Alli - Cia de Danças Árabes
 Há algumas versões para esta dança, muitas coisas escritas, muito que se ouve falar... Ao certo mesmo, temos no Egito o Raks Falahi que pode ser dançado com o jarro, inclusive o traje é o mesmo e, na Tunísia o Raks al Juzur , que é uma dança específica deste país. Abaixo algumas versões:

     - Dança que encena a busca da água no deserto, muito alegre, normalmente executada em grupo, as bailarinas se dispõem em fila única, que é como as pessoas andam no deserto a fim de amenizar o calor, e encenam movimentos como: andar até a fonte, pegar água nela, aguar o solo, saudar a vida.


     - Outra versão é de um ritual ao rio Nilo, pedindo que ele inunde as terras e as tornem férteis.

     - Uma 3ª versão tem sua raiz nos rituais de nascimento é dançada no sétimo dia de vida do recém-nascido, é uma benção à nova vida. A bailarina dança com o jarro equilibrado na cabeça, originalmente, o jarro continha jóias que eram ofertadas a uma parente próxima da parturiente simbolizando uma oferenda pelo sacrifício do parto. 05.544.727/0001-53

     O vestido típico é longo com babados na barra e mangas com um xale amarrado nos quadris e lenço na cabeça.

     Hoje em dia, danço com o Jarro em festas típicas e em batizados, no lugar de água ou jóias, reservo uma agradável surpresa para a platéia!

•  Núbia      voltar ao topo
Cortesia: Ahlalm Dance Theatre
     Tipica desta região (fronteira Egito/Sudão), dança cheia de ginga e vivacidade. O traje usado é uma kafta bordada em tons coloridos e um véu na cabeça que vai até o joelho com enfeites e franjas nas pontas. Este véu é usado durante a dança, a dançarina segura as pontas e faz movimentos de efeito. Neste aspecto a dança é similar ao Melaya-Lef aonde o casal encena um jogo de flerte.
     •  Veja também Raks el Shark
Golfo Pérsico
•  Khaliji – Raks al Nasha'ar     voltar ao topo

Rhamza Alli Cia de Danças Árabes
Espetáculo “Shuvani” – 2004
Foto: Rafael Reina

     Dança típica do Golfo Pérsico: Kwait, Arábia Saudita e Emirados Árabes, Khaliji significa Golfo, normalmente é executada em grupo em ocasiões sociais.

     O traje é uma enorme bata ricamente bordada. Por baixo, tradicionalmente usa-se um vestido pois as mulheres vão para a festa e levam a bata para dançarem, porém podemos usar a roupa de 2 peças.
     Os movimentos se consistem no manuseio da bata e se concentra na parte superior do corpo: cabeça, cabelos, ombros, seios, mãos e braços. Apenas pequenos shimmies. Os pés marcam constantemente o ritmo (DED / EDE) que é em 2 tempos – Soudi.

•  Bandary     voltar ao topo

Cortesia: Chelydra
 Bastante parecida com o Khaliji , utiliza a mesma marcação de pés e movimentos rotatórios de pélvis, e de braços. É dançada em festas em formato de círculo com pequenos solos ao centro. As batas são mais curtas e mais estreitas que as usadas no Khaliji.
Marrocos
•  Schikhatt      voltar ao topo

Cortesia: Troup Mosaic
 Schikhatt é o plural de sheikha que é o feminino de sheik. Dança típica do Marrocos, esta dança era originariamente erótica. Executada em grupo, as noivas deveriam seguir os passos da líder chamada de sheikha (mulher sábia) . Movimentos exagerados de quadris, abdômen e seios eram ensinados para que elas soubessem como se mover na cama.

     Hoje em dia o Schikhatt é uma dança executada em ocasiões sociais como festas de família e amigos.

•  Bandeja de Chá – Raks al Seniyya      voltar ao topo

Cortesia: John Compton
  Sua origem se dá nos cafés em Marrocos no século 19, onde os garçons além de servirem, dançavam e faziam estripulias com a bandeja na cabeça. A dança é executada por homens e mulheres, mas é mais comum por homens. A movimentação inclui trabalho de chão e passos da dança do ventre.

     Na bandeja pode haver o serviço de chá ou taças de vinho.

    •  Veja também Guedra
Líbano/Síria
•  Dabke     voltar ao topo

Cortesia: Adam Basma
  A palavra significa “bater os pés”, sua origem vem do hábito dos homens subirem no forro da casa e lá, de mãos dadas baterem os pés para ajeitar o barro que unia os galhos da cobertura. A música foi adicionada à tarefa para estimular os homens a trabalharem.

     É tradicional do Líbano, Síria, Palestina, Jordânia e Israel. A dança é executada em linha ou em círculo, mas não fechado, ele vai se tornando um caracol conforme mais pessoas se juntam; a formação pode ser quebrada e os dançarinos mantém então as mãos nos quadris.

     É praticado por todos da família, porém, os homens tem um papel importante: um deles fica na ponta como um líder, comandando a mudança de passos, quando todos atingem a sincronia, ele começa a executar variações com pulos, giros e outras estripulias, ele pode soltar a mão e ir para o centro da roda desafiar outro dançarino. Este líder, marca também o ritmo dos passos girando a másbara (terço muçulmano), ou um lencinho em sua mão livre.


Rhamza Alli Companhia de Danças Árabes
Turquia
As danças turcas são um capítulo à parte, futuramente teremos mais informações neste site!
•  Prato com Velas     voltar ao topo

Cortesia: Delilah
Bailarina: Nadjia
 Dança similar ao Raks Shamadan , também executada em casamentos, porém, as velas são colocadas sobre um prato que é equilibrado na cabeça.
•  Dervishes      voltar ao topo

Cortesia: allaboutturkey
O Sufismo tem sua origem no século XIII, durante o Império Otomano, começou com um homem chamado Mevlana Jalaluddin Rumi (1207-1273 AC), não é uma religião e sim uma ordem espiritual que aceita todas as religiões como uma e tem como fundamento o perdão incondicional.

     Os Sufis, também chamados de Mevlevi ou Dervishes (palavra que significa “passagem”), praticam um ritual de giros, giram por horas sem parar e assim entram em harmonia com o divino. Entretanto, um Dervishe não retém o poder nem o direciona, se considera um instrumento de Deus e portanto não questiona o poder que entra e sai dele.

     O ritual é executado sob uma música hipnótica acompanhada de orações e canções.

     Os Sufis giram com uma roupa toda branca (espécie de galabia), mas com a saia muito rodada e amarrada na cintura.

     Tive o prazer de aprender o Giro dos Dervishes com minha mestra Delilah de Seattle, a técnica utilizada para esses giros são muitíssimo úteis para nossa dança do ventre, através dela se atinge leveza, equilíbrio e o principal: girar muito sem “bater cabeça” e sem sentir tontura!

     •  Veja também Tanoura

     •  Veja também Dança Clássica Estilo Turco

Pérsia (Iran)     voltar ao topo

Cortesia: Azari
 A dança persa é muitíssimo feminina, enfatiza parte superior do corpo, mãos, braços e olhos. É um estilo bastante diferente aonde os quadris não tem uma participação tão efetiva. Usa-se o véu e invariablemente os snuges. A música é executada por poucos instrumentos e é muito complicada, não segue um padrão de 4 tempos e a melodia é improvisada. A bailarina demonstra, portanto, muita sensibilidade ao dançar tal improviso.

     A vestimenta se consiste em um vestido largo com um casaco por cima, calças amplas ajustadas nos tornozelos por baixo. O tecido bem colorido e ricamente bordado.

Tunísia     voltar ao topo

Cortesia: Venus
Os passos usados nas danças tunisianas não se assemelham aos da dança do ventre. Eles representam atividades cotidianas como plantar e cozinhar.

     O twiste é movimento mais característico e é feito com acento atrás, às vezes, levantando a perna à frente e mantendo-a levantada enquanto o quadril bate para trás. Os pés trabalham sempre na meia-ponta. A dança é muito dinâmica, extremamente repetitiva e incessante.

     O traje que se compõe de um melaya listrado que envolve todo o corpo e preso nos ombros por uma espécie de alfinete chamado “klhal”. Na cintura é amarrado um echarpe normalmente de lã e tem um outro tecido, parecido com um avental, na parte de trás. Este tipo de traje foi adotado durante a ocupação Romana em Cartago, é uma derivação da toga romana e é usado até hoje.

•  Dança do Lenço – Raks al Maharem      voltar ao topo

Cortesia: Ahlam Dance Theatre
Originalmente era uma dança de paquera dos cafés marroquinos, teve seu significado modificado nos anos 50, durante o movimento de independência quando as dançarinas passaram a usar lenços das cores da pátria: vermelho e branco. Após a independência a dança se tornou um símbolo nacional.
•  Jarro – Raks al Juzur /Raks al Shaabi      voltar ao topo
 Dança em grupo, originária do sul da Tunísia, especialmente das ilhas Djerba e Kerkennah. Representa a busca da água na fonte: o longo caminho percorrido pelas mulheres até lá, o tempo que levavam descansando antes da volta (conversas, brincadeiras) e a volta, com os jarros na cabeça. A dança é rápida e cheia de twistes e batidas de quadril, o jarro fica o tempo todo na cabeça!

     É também dançada em cerimônias de casamento, por homens e mulheres, esta dança, é hoje, um símbolo do folclore tunisiano.

     •  Veja também Egito - Jarro

•  Cesta     voltar ao topo

Cortesia: Adam Basma
   Representa o cotidiano das mulheres colhendo e peneirando os grãos para serem usados na confecção de pão e cuscuz (típica comida tunisiana, nada parecida com o nosso cuscuz paulista, se parece mais com o nordestino, porém é salgado)

     •  Veja também Miscelânea - Cesto

Miscelânea
•  Pandeiro     voltar ao topo

Layla & Camila - Espetáculo “Shuvani” - 2004
Rhamza Alli Cia de Danças Árabes
Foto: Rafael Reina
O pandeiro é um instrumento associado às mulheres desde remotos tempos, podemos observar que em quase todas as gravuras a nossa disposição as mulheres tocam pandeiro ou snuges, sejam elas turcas, persas ou egípcias. É utilizado em danças alegres e ritmadas, a bailarina toca o pandeiro enquanto dança acompanhando as batidas mais evidentes do derbake e também tocando-o nas partes do corpo: quadril, ombro, perna, joelho, cotovelo, cabeça.

     A bailarina pode dançar tanto com a roupa de 2 peças como com o vestido folclórico (Gawazee ou Falahi ), ou ainda em uma versão Estilo Cigana .


Cia Rhamza Alli – “Tribal” – 2001
Foto: Miltom Dória
•  Cesto de Flores / frutas / lenços      voltar ao topo

Cia Rhamza Alli – “Feira de Marrakesh”
Adriana Zanetti
Foto: Gilberto Abelha
 Esta dança, assim como a dos jarros e a com pandeiros, tem sua inspiração em variadas fontes. As Tunisianas equilibram cestos e jarros na cabeça em suas danças e também no dia a dia.

     Representa a chegada da primavera e é muito alegre e simpática. Hoje em dia dançamos em apresentações distribuindo flores à platéia. É interessante que se escolha uma música que fale de flores.

     Algumas bailarinas variam o tema, colocando frutas ou lenços coloridos na cesta. Os lenços podem ser usados pela platéia, que agitam-nos durante o show animado a festa, fica muito bonito em festas de casamento.

•  Snuges      voltar ao topo

Cia Rhamza Alli – “Os 7 Véus de Ishtar”
Paula Gehring
Foto: Gilberto Abelha
 Os snuges são usados em vários estilos, é essencial para uma bailarina dominar os diversos ritmos nos snuges.

     Após esse domínio básico, ela poderá enriquecer suas habilidades estudando diversas combinações utilizando os três tipos de toque que os snuges possibilitam (agudo, grave e transversal) para criar composições realmente exóticas.

     Quando eu estive em Seattle, tive o prazer de estudar com Aziz de South Lake, ele é um expert nesta área e eu pude aprofundar muito meus conhecimentos a partir dos ritmos básicos.

     Quanto mais conhecemos os snuges, mais possibilidades encontramos nele, não se limite ao DED!

 
 
 
 
Rhamza Alli - Escola de Danças Árabes
+55 43 3341-4194 - Rua João Weffort, 320 - Londrina PR - Brasil